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Laboratório Estratégico de Turismo Competitividade e Inovação em Turismo

Estratégia de turismo

Os Laboratórios Estratégicos de Turismo (LET) foram espaços de discussão que promoveram a partilha de conhecimento, para a obtenção de contributos para a Estratégia para o Turismo 2027.

​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​No dia 19 de outubro de 2016 realizou-se em Lisboa, no Museu do Oriente, um Laboratório Estratégico de Turismo,  último temático, que contou com a participação de vários atores, nomeadamente, Escolas, Universidades, Sindicatos, Grupos Hoteleiros, empresários de vários setores de atividade (hotelaria, animação, entre outros), associações empresariais (designadamente, AHP, ANC, ATP).


Excertos de algumas intervenções no LET CIT:
 
“O Aeroporto de Lisboa é o principal congestionamento para o desenvolvimento das chegadas turísticas ao nosso País.”
“O turismo ainda não é uma «atividade-estátua» uma vez que as entidades do turismo ainda não estão suficientemente coordenadas.”
“O processo de digitalização dos serviços é o caminho.”
“Existe uma brutal concentração e globalização na distribuição aérea.”
“As maiores vendas da TAP são online.”
“Mais de 30% das vendas gerais da TAP são na internet, enquanto que nos EUA e no Brasil atingem 40%.”
“As diferenças entre as companhias aéreas tradicionais e as low cost estão se atenuando.”
Luís Mor – Administrador da TAP
 
“Cooperação internacional e envolvimento interministerial são fundamentais para construir uma estratégia no longo-prazo.”
“Ainda existe um deficiente desenvolvimento e articulação do trabalho em rede.”
Roberto Crotti – WEF
 
“As novas plataformas como o booking ou expedia leva a que os hotéis fiquem longe dos clientes. Aqueles são meros fornecedores de serviços. Quem conhece o cliente são aquelas plataformas.”
“A margem/sustentabilidade das empresas é diretamente proporcional à proximidade com o cliente final. Tecnologia altera a forma de alcançar essa proximidade; alteram-se os modelos de negócio.”
“O mercado online, em muitas ocasiões, cresce mais que 4x do mercado tradicional”.
“A segmentação traz uma maior sofisticação ao setor.”
“Estamos num setor com paybacks muito bons, mas com prazos muito longos.”
“A SHARING ECONOMY revolucionou meios de produção e prestação de serviços. Carros individuais usados como UBER; quartos privados no AirBnB.”
José Theotónio – Grupo Pestana
 
“Saudar a metodologia da ET 2027. Este tem sido um bom processo de participação pública – é uma visão integradora e de não excluir e de perceber o papel que o turismo tem na economia. É um bom ponto de partida.”
“Financiamento às empresas do turismo está mal negociado com paybacks muito grandes.”
“O mercado canadiano é importante para mitigar a sazonalidade em Portugal, em especial no Algarve.”
“Em relação ao mercado escandinavo, especialmente, o sueco, perde-se negócio porque não há capacidade de voos.”
“Portugal deve ser comunicado como um todo, salvaguardando as especificidades de cada região.”
Bernardo Trindade – Vice-Presidente da Direção Executiva AHP
 
“O campismo é um setor regulado e requalificado. O setor do autocaravanismo não está devidamente regulado.60% das dormidas são realizadas nos parques de campismo e caravanismo do Alentejo.”
Miguel Pereira dos Santos - Presidente Associação Parques de Campismo Alentejo Algarve
 
“Importa formar técnicos para o desporto e turismo e turismo de natureza. Oferta especializada para o turismo sénior e adaptada, por exemplo, aos nordicwalkings, estações de BTT.”
Elsa Pereira – REDSPP
 
​​​​​​​​​​“Dispor de recursos humanos qualificados é essencial para a inovação e para o ambiente fiscal e parafiscal do trabalho – importa combater o elevado turnover nas empresas do turismo.”
“Apostar no investimento intangível com o apoio de linhas de financiamento específicas.”
Cristina Siza Vieira – Presidente da Direção Executiva AHP
 
“As pessoas não estão tão dispostas a correr museus, mas gostam de estar em ambiente cultural e isso temos nas cidades e em especial no interior.”
Luís Alves de Sousa – Empresário
 
“Os LET não podem parar. Devemos retirar o 2027 e serem 24h, 365 dias/ano.”
José Manuel Esteves – AHRESP
 
“Devia-se acelerar os contactos com o mercado canadiano, pois poderá reduzir a sazonalidade.”
“A redução no mercado nórdico deve-se à diminuição das acessibilidades e voos.”
“O nosso turismo carateriza-se por um baixo RevPar e uma grande sazonalidade.”
“É importante ouvir quem nos compra o nosso produto turístico.”
“A promoção externa deve realizar-se com base no País de forma global e não por região.”
“Deve-se desenvolver o mercado interno.”
Manuel Pinto – Hotel Mundial

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